segunda-feira, 17 de agosto de 2009

AGENDA CULTURAL (programas imperdíveis)

Espetáculo ALUNO EM CENA
(Estúdio Fabiano Silveira)
Dia: 14 de dezembro (TAC)
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Espetáculo SOL DA TERRA
Dia: 18 de dezembro (TAC)
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Em janeiro de 2010 - Floripa
FÁTIMA FONTES
bailarina oriental
Participante do corpo de dança do Grupo
Arabesque - MA3, e diretora da Cia. Cultural de Dança Oriental
responsável por grandes espetáculo como
"Ciclos da Vida" e "Labirinto dos Sentidos".
Mestra essencial para dança da alma.


Workshop e Show intimista
Aguarde! cadastre-se para receber infos
23 e 24 de janeiro - Local: Sol da Terra
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Mande as informações de seu evento de Dança do Ventre
para ser divulgado neste blog pelo email
amcbailarina@yahoo.com.br

Dançar é...

... expressão do pensamento, costumes, cultura de um povo, tribo ou indivíduos que possuam interesses em comum, pelo movimento.

“A dança é o caminho que permite ao corpo humano atingir o máximo de suas possibilidades, pois é o movimento trabalhado na esfera do ritmo.” Meyerhold

Antes de usar a palavra, o homem já se servia de movimentos corporais, gesto, pressionado pelo ritmo natural de suas emoções para expressar-se.
Por ser uma das manifestações expressivas mais antigas do ser humano, é selvagem no sentido primordial. A expressividade não verbal caminha por lugares muito distintos das que se utilizam da racionalidade e/ou códigos pré-estabelecidos. A dança possui, obviamente diretrizes condutoras - que enquadram - mas quando conseguimos suprimir a técnica e apenas a utilizarmos como base, dançamos livremente. Assim, dançar conecta consciente e inconsciente de maneira fluida, permitindo acesso a emoções que de outra forma, não se manifestariam. A linguagem do corpo é sana, vital, faz com que a compreensão acerca de sua própria trajetória seja diferente.
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Nos primórdios, a Dança do Ventre, ou danças que tinham movimentos prioritariamente nas ancas, eram praticadas com um sentido mágico em rituais de cunho espiritual e social, em locais distintos, entre eles:
  • África: principalmente no norte - Argélia
  • Egito: registros em papiros e mitologia
  • Américas – tribos indígenas primitivas na atual região do Chile Mapuches (museu da arte primitiva e antiga dos povos indígenas), países da América Central Astecas, Maias e Incas, e América do Norte como o Hula no Havaí;
  • Europa (inscrições rupestres)
  • Oriente: China, Índia rituais de fertilidade e proteção (vagina como Deusa soberana)

No período das grandes civilizações, a dança perdeu seu potencial mágico de ação sobre os Deuses e a natureza, e passou a contar com o fator estético, passando de dança-mágica para dança-arte. Mas ela nunca perdeu o seu caráter social, sendo assim manifestação de culturas:

  • Oriente médio: mundo árabe que resiste até hoje
  • Império Romano: mulheres cortesãs – Exemplo filme: Em luta pelo amor
  • Nova Zelândia: mulheres Maori
  • Ciganos: gawazzi (Egito) cenji (Turquia) que dançavam como forma de subsistência.

Dentre tantas manifestações ao longo da história, a Dança do Ventre se estabeleceu como linguagem cultural apenas no Oriente Médio.

Agora, como esta dança que originalmente acontecia em diversas culturas, se perpetuou na cultura árabe, que é tão opressiva para as mulheres?
Justamente aí é que o contraponto se revela em sua força maior: a dança agindo como manifestação do equilíbrio vital entre a opressão e a necessidade de expressão, válvula de escape.
Em minha opinião, uma das principais questões acerca do fenômeno da propagação mundial que a dança do ventre está inserida atualmente – sim(!) pois, em quase todas as cidades dos grandes centros urbanos se pode encontrar uma professora ensinando seus princípios - é justamente a explicação para outro fenômeno: a busca pela manifestação do arquétipo do feminino. Sem culpa! Ou seja, um lugar onde a mulher possa vivenciar com conforto e permissão sua sensualidade, sua sexualidade, sua feminilidade no campo do movimento expressivo ritmado.

A elevação da consciência para um estado divino, trânsico, de presença e conexão, são as principais características que mantém a dança como instrumento vital para trabalhos corporais, seja num nível físico, social, emocional ou espiritual – da alma. E ainda por cima de cor âmbar e com cheiro de cravo (imagético acerca do Oriente apartir de imagens divulgadas no orientalismo).


Atualmente observamos que a DV vem sendo praticada novamente em diversos lugares do mundo, reconhecida e de ‘certa forma’ sistematizada enquanto técnica. É uma dança que:


1. permeia os campos do racional e intuitivo, mas seu apelo maior é no campo do emocional ;
2. tradicionalmente, em sua cultura de origem, mantém-se como técnica passada de mãe para filha;


Portanto ainda não existe um método formal, pautado em estudos do movimento – cinestesia - ou se existe, ainda não foi amplamente divulgado, pois cada professora desenvolve a "sua" metodologia de ensino, bem como cada bailarina a sua técnica. Ainda, podemos dizer que se formaram linhas distintas na DV, onde houve uma apropriação da técnica por diferentes culturas, sendo que, por exemplo, o ‘sotaque’ das egípcias transmite o pensamento, gestual, código pertencentes aquela cultura. Porém as americanas possuem o 'seu' sotaque, as australianas, as européias, as brasileiras.... Com tanto esforço para se obter informações precisas e assim constituir uma metodologia de ensino e prática de DV, as professoras e praticantes (umas com mais comprometimento no estudo e responsabilidade ao tratar do movimento no corpo da aluna, outras com menos) acabam por guardar a sete chaves as descobertas ao desenvolver seu trabalho, procurando preservar uma identidade. Desta forma cada metodologia individual, a partir da cultura que se apropria da linguagem originalmente estabelecida no Oriente Médio, caminha por lugares diferentes. E é por isso que existem controvérsias na nomenclatura dos movimentos, na forma de execução, etc.

Outro fenômeno observado é que, justamente por se tratar do corpo da mulher, a DV está sendo descolada de sua cultura de origem, e as mulheres que a praticam focam em questões diversas como: espiritualidade, misticismos, técnica, pratica física, instrumento de sedução, ferramenta de auto-conhecimento, mas sempre como forma de resgate do feminino selvagem. Mesmo que inconscientemente.


Benefícios da dança:

Podemos traçar inúmeros itens que evidenciam o quão benéfica é esta dança.

  • Pensemos primeiramente enquanto atividade física:
    - mantém a musculatura fortalecida e irrigada em toda a região pélvica e sua periferia (glúteos, coxas, abdômen)
    - produz massagem indireta e consequentemente melhoria no funcionamento dos órgãos que ali se localizam incluindo os dos sistemas: digestivo (melhoria nas prisão de ventre, cólicas, etc) e reprodutor (cólicas uterinas, dores em geral)
    - promove maior controle e sensibilidade no músculo diafragmático pubo-coccineano (períneo) evitando queda de bexiga, melhorando o desempenho sexual para si e seu parceiro,
    - melhoria considerável na flexibilidade, força, capacidade de contração e relaxamento da musculatura que envolve a região pélvica, coluna vertebral, caixa toráxica, e membros
    - melhora considerável das aptidões básicas corporais: respiratórias, noções de eixo, peso, gravidade, equilíbrio, alinhamento, centramento, etc

  • Enquanto atividade psico-emocional:
    - melhora o relacionamento com seu corpo, aprendendo a respeitar os seu próprios limites e a reconhecer suas qualidades e aptidões
    - desenvolvimento da auto-estima, conexão com a sua sacralidade e energia vital
    - promove a aceitação de seu corpo como ele é: capaz de dar, receber e ser emotivo
    - agrega estruturas simbólicas dos conceitos de gerar, proteger, alimentar, doar, receber, permitir, que são inerentes ao ventre feminino
    - por clamar frequentemente pela emoção, sensibilidade e instinto, ao invés do pensamento e imaginação (como na dança moderna, por exemplo), ela torna-se um canal poderoso de manifestação emotiva.

  • Enquanto atividade social:
    - possibilita o relacionamento entre mulheres, que é vital para a saúde do feminino selvagem
    - melhorando sua auto-estima, melhora também o relacionamento com seu parceiro nos âmbitos sexual, emocional e afetivo. Ou você se separa de vez!

Sentir que se pode comunicar através de seu corpo é bom, mas sentir que com a dança se pode transmutar a energia de um ambiente é mágico, e que seu corpo é o instrumento disso, faz com que se aceite este corpo como ele é: capaz de oferecer e receber e ser emotivo.

Texto: Adriana Cunha

SEJA ÉTICO, DÊ CRÉDITO A QUEM PESQUISA!

Fontes de pesquisa: anotações particulares em cursos ministrados por Dúnia la Luna, Dance e recrie o mundo (Lucy Pena), The serpente of the Nile (Wendy Buonaventura), A dança do ventre ontem e hoje (Dietlinde Karkutli - trad. Cristina Schaffer), Mulheres que correm com o Lobos (Clarissa Éstes), artigos diversos sobre Laban, A dança (Klauss Viana), A dança um caminho para totalidade (Bernard Woisen), estudos sobre sociologia de Walter Benjamin, artigos de Susan R. Bordo.

(Foto: Gabriela Bez)

Aulas, Aulões e Workshops

Desde o início de meu trabalho com dança, desenvolvi o hábito de anotar as impressões que tinha em sala de aula. Ao coordenar um grupo determinado por características tão peculiares, como na DV, ou seja, mulheres com corpos heterogêneos, distintas faixas etárias, com objetivos diversos na dança, o resultado do trabalho é no mínimo instigante.... desafiador!

As situações em sala de aula sempre me causaram reflexões profundas acerca da condição da mulher, pelo espelhamento de suas próprias experiências que cada uma desenvolve na dança. Por isso, atualmente foco o trabalho no desenvolvimento de uma metodologia estruturada para este gênero de dança.

Apesar de desviar de caminhos pautados em misticismos, com os quais não me identifico, a "dimensão psicológica" de meu trabalho se dá num plano cotidiano, lidando com as dificuldades e habilidades concretas, expressas no corpo das mulheres em sala de aula. Optando por trabalhar com jogos criativos, e a partir de técnicas de improvisação, estudamos juntas as possibilidades de construção, seja de um movimento, de uma interpretação musical, ou de uma cena. Com diretrizes fortemente estabelecidas, por vezes com estudos teóricos, aulas de vídeo, ou pesquisas em outras linguagens, marcamos um caminho a seguir livremente com a dança. Cada estilo de dança ganha dimensões históricas e culturais, para então adentrarmos no campo do movimento.
Através da compreensão da dinâmica das estruturas óssea e muscular, percebemos a construção de um corpo consciente, perceptivo, disponível, capaz de dançar com prazer. Por isso chamo as aulas de encontros, consigo mesma e com o uni-verso, verso único, de cada uma.

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Sugestão de temas:
(p/ Aulões e Workshops)

  • Deslocamentos no espaço cênico


  • Chão: um amigo a se conquistar


  • Espada: da guerra a dança


  • Véus: simples, duplo e 'Wings'


  • Ligação de movimentos: deixar de 'minhocar' para desenhar


  • A tri-dimensão do quadril


  • Expandindo o vocabulário na dança


  • Dançar tocando SNUJS


  • SNUJS II


  • Percepções estéticas: criação de cena na DV (teórico-prático)

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*Aulas Regulares:


Quartas:

SOL DA TERRA. Afonso Delambert Neto, Lagoa - (48) 3232-2303 - Das 19 as 21h http://www.soldaterra.com.br/

Quintas:

ESTÚDIO FABIANO SILVEIRA. São Jorge, 202, Centro (48) 3222-9292 - Das 10 as 11:30h http://www.fabianosilveira.com.br/

Sextas:

SOL DA TERRA. Afonso Delambert Neto, Lagoa - (48) 3232-2303 - Das 10 as 11:30h http://www.soldaterra.com.br/


Sejam bem vindas!

Contato: (48) 840 23 777

Sininhos poderosos, são estes "SNUJS"

Eles incomodam na primeira vez que o escutamos. O som toma conta dos ouvidos, e no conforto ocidental, eles causam estranhamento. Mas depois deste primeiro contato, o ouvido se acostuma, e começa a gostar, pois ele é cadenciado e trânsico. Sem dúvida, um dos acessórios mais complexos ao se combinar com a dança, pois o corpo vibra num plano e os SNUJS, em outro. Por isso digo que se toca este instrumento com os pés, não com as mãos. É assim que entendo o 'dançar tocando' que é opostamente diferente de 'tocar snujs'. Meu primeiro par veio 10 anos antes de começar a dançar DV, sem nem saber para o que servia, mas o tocava sempre. Aquele som me envolvia, e passava horas tocando, acompanhando qualquer música. Quando conheci a DV foi que descobri para que serviam aqueles sininhos mágicos. Através deles passei a enteder a matemática musical, as estruturas ritmicas e melódicas da música. Minha amiga e dançarina Mara Larentis me disse uma vez: 'a primeira coisa que faço com uma aluna é colocar snujs nos dedos dela' e concordo plenamente. A aluna se vê num lugar de contagem, de compreensão rítmica. Hoje vejo minhas meninas dançando com SNUJS, com destreza e segurança elegendo o momento de tocar como forma de mostrar seu entendimento da música e sua conexão com a dança, de forma simples. E vivenciar o simples é uma boa forma de se chegar ao pleno, não? (Foto: Gabriela Bez)

terça-feira, 9 de junho de 2009

Produção de Eventos


A tarefa de realizar um evento, depende da responsabilidade e capacidade de organização do produtor.
Muita criatividade para concretizar idéias e uma vasta rede de contatos são os elementos primordiais para que o evento aconteça com sucesso.
Lidar com pessoas, neste caso, é saber fazer funcionar engrenagens distintas para a materialização de sonhos.
  • Locação de som e iluminação
  • Decoração de festas e eventos temáticos
  • Produção artística direcionada
  • Contratação de pessoal
  • Consultorias

Contatos para viabilização de seu evento: (48) 840 23 777 ou amcbailarina@yahoo.com.br
Foto: Janaína Perrone

quinta-feira, 4 de junho de 2009

Trajetória

Nascida em Curitiba, ingressou na Escola de Danças Glauco Flores (Teatro Guaíra) quando tinha oito anos. Desde então sua trajetória esteve sempre envolvida com a dança. Na adolescência estudou as modalidades de dança: Jazz, Contemporâneo e Moderno. Já na fase adulta desenvolve um trabalho de pesquisa amplo, para encontrar diferentes formas de expressividade corporal, com foco no feminino como temática criativa.
Cursa atualmente Licenciatura em Artes Cênicas na Universidade do Estado de Santa Catarina (UDESC), procurando desenvolver as aptidões para exploração dos movimentos corporais, principalmente na dança.
Estuda e pesquisa as questões da mulher dentro de sua estrutura física e emocional, sempre visando a transgressão dos padrões culturais, sociais e estéticos. Seu conhecimento técnico acontece diariamente através de estudo e prática, e, workshops, aulas particulares e em grupos que realiza trimestralmente com seus professores. Dedica sua dança à conscientização do universo feminino de uma maneira global e ao desenvolvimento das relações humanas inter e intrapessoal. Como professora procura promover a interação das participantes através de vivências no movimento com alongamentos pautados na geometria corporal e em laboratórios diversos para descobrir criativas possibilidades de movimento.



Breve Cronologia:

2.000: Aluna ativa em diversas modalidades: jazz, balé, dança moderna e danças brasileiras. Teve contato pela primeira vez com a Dança Árabe e foi convidada a dançar em Dubai, Emirados Árabes Unidos, durante quatro meses. Conheceu profundamente a cultura árabe neste período.


2.001: Ao regressar em 2001 fundou a Escola Aayana de Danças Arquetípicas que, um ano depois, veio a transformar-se na Cooperativa Aayana de Danças Árabes composta por Adriana Cunha, Álika, Virgínia Diano e Taís Blauth. Neste período promoveu várias excursões para o desenvolvimento das professoras de dança árabe em Florianópolis para outras capitais. Organizou o primeiro workshop de Ritmos Árabes do Brasil com o músico libanês Chaker Akiki.

2.002: Organizou o primeiro workshop da bailarina e coreógrafa Fátima Fontes em Florianópolis, sempre seguindo com o estudo na dança árabe para desenvolver uma metodologia eficaz no ensino deste gênero.

2.003: Idealizou e organizou o Primeiro Festival de Dança Árabe de Florianópolis que aconteceu no Beiramar Shopping e Praia Mole Park Hotel. O Festival foi modelado com objetivos de desenvolvimento técnico, divulgação e profissionalização da dança, promovendo também a integração de outros gêneros de dança.

2.004: Na segunda edição do Festival desenvolveu novas categorias com outras modalidades que participaram durante a semana do evento acontecendo uma grande interação da cultura árabe com o meio artístico na Ilha. Foi o início da busca por uma construção dialógica entre linhas diferentes de dança. Cursou as disciplinas de Dança I e II, com a Dr. Sandra Meyer e participando brevemente de sua pesquisa no View Points (trabalho desenvolvido pela americana Anne Bogart e Tina Landau) no qual ofereceu um aulão investigativo sobre a potencialidade do quadril na dança. Também neste mesmo ano ampliou suas fronteiras de trabalho ministrando workshop de dança em Salt Lake City, Utah (USA).

2.005: Organizou o Workshop/Show da bailarina Carlla Sillveira em Florianópolis. Realizou a terceira edição do Festival de Dança Árabe. Como professora atuou em algumas escolas de renome em Florianópolis: como Albertina Ganzo, Escola Aayana, Lira Tênis Clube, Espaço Oásis, Clínica de Fisioterapia MAIS e Espaço Vida e Harmonia (Garopaba). Fez parte do júri do “Bento em Dança”, festival de âmbito internacional, ministrando também quatro oficinas. Como coreógrafa conquistou em seu nome três coreografias campeãs em festivais brasileiros. Participou do Festival Nacional de Dança de Brusque como bailarina convidada, e ministrou workshop. Possui certificado e medalha através da “Noite da Conquista”, realizado na 5ª Conferência Internacional Luxor, em São Paulo.

2.006: Inicia o trabalho com professora de dança nos Espaço Sol da Terra (
www.soldaterra.com.br) e Estúdio da Dança Fabiano Silveira (www.fabianosilveira.com.br) onde leciona atualmente. Juntamente com os bailarinos Maria Carolina Vieira e Diogo Váz, criou o vídeo-dança “Trêsperímetro” que aprofunda a pesquisa do autoconhecimento através do movimento, o impulso interno na dança e o estudo da quinesfera, dentro da linguagem cinematográfica http://www.youtube.com/watch?v=85_MZ1rJk9E. Também neste ano participou como bailarina convidada do Festival de Dança Árabe de Montevideo, ministrando classes. Funda Cia de dança Ventre Livre, juntamente com sete outras bailarinas locais de diferentes linhas com o intuito de pesquisar o movimento entre corpos com distintas experiências de dança.

2.007: Idealizou e dirigiu os espetáculos "O Ventre que Dança I e II", com o grupo Ventre Livre que parte da proposta de investigação colaborativa para desenvolver uma linguagem estética com a intenção de criar espetáculos cênicos.

2.008: Retornou ao Uruguai para trabalhar com bailarinas locais a Dança Clássica Oriental. Dirige e compõe o elenco do Espetáculo "Poesias do Feminino" do Grupo Ventre Livre, que estreou em maio. Participa da montagem teatral “Álbum Branco”, sob a direção de André Carreira.

2009: Coordenou e dirigiu a cena no projeto de Estágio IV “Dança e Feminino – corpo de mulher” com as participantes Adriane Martins, Daniela Angeli, Joana Macfadden, Madhava Keli, Mariela Soto, Michelle Bonatti, Natália Oliveira e Thaís Sincero. Trabalho resultado de processo colaborativo do grupo, apresentado na UDESC, Espaço II.



Foto: Janaína Perrone